
A morte do tricampeão mundial Andy Irons continua repercutindo na mídia. Dois dias após o corpo do surfista ter sido encontrado em um hotel em Dallas, nos Estados Unidos, Phil Irons saiu em defesa do filho e culpou a companhia aérea que o levaria da cidade norte-americana para sua casa, no Havaí, pelo falecimento do surfista. Irons teria contraído dengue, o que ainda não confirmado oficialmente, na etapa portuguesa do Mundial. Irons rernou para cana, no Havaí e em seguida viajou para Porto Rico. Chegando ao Caribe, o surfista não estava em condições de competir e, depois de examinado por um médico que ele mesmo solicitou, decidiu voltar para sua casa no Havaí.
Para Phil Irons, a companhia aérea deveria ter prestado assistência a Andy quando o impediram de embarcar em Dallas, uma vez que estava muito doente para viajar de avião e não tinha ninguém o acompanhando. "Quando ele foi entrar no avião, estava muito doente e não o deixaram ficar a bordo. Em vez de ligarem para mim ou para a esposa dele ou colocá-lo em um hospital, mandaram-lhe embora e ele estava sozinho. Ele acabou indo para um hotel e morreu", disse o pai do surfista, em entrevista ao jornal havaiano "Star Advertiser". O periódico é o mesmo que disse, na quarta, que haviam sido encontradas cápsulas de metadona [substância similar à morfina] no quarto do surfista, sugerindo uma overdose de remédio. No entanto, o boletim de ocorrência do caso, ao qual a reportagem do espn.com.br/expn teve acesso, não relata nada em relação à esta substância. "Eu não posso explicar a condição dele. Eu só sei que foi tão ruim que ele faleceu. As razões por trás dela serão descobertas", encerrou Phil Irons.
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