sábado, 6 de novembro de 2010
Slater e o seu decimo titulo

Kelly Slater escreveu neste sábado (6) mais um capítulo da história do surfe. Maior surfista de todos os tempos, o norte-americano de 38 anos conquistou o título antecipado da temporada, ao passar para as semifinais da penúltima etapa do calendário, na praia de Porta Del Sol, em Porto Rico. Assim, ele ampliou seu recorde e tornou-se campeão mundial pela décima vez.
Independentemente do que acontecer no restante da disputa em Porto Rico ou mesmo na última etapa da temporada, em dezembro, no Havaí, Slater já somou pontos suficientes para assegurar o título.
A vitória decisiva veio ao superar o brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho, nas quartas de final da competição em Porta Del Sol, com 18.87 a 14.36.
A incrível trajetória de Slater começou em 1992, quando se tornou o mais jovem campeão mundial da história do surfe, com apenas 20 anos. Depois, ele ganhou também em 1994, 1995, 1996, 1997 e 1998. Parou de competir por um tempo, mas voltou a vencer o campeonato em 2005, 2006 e 2008. Agora, já aos 38 anos, é o surfista mais velho a conquistar o título do circuito.
Ainda abalado pela morte do surfista norte-americano Andy Irons na última terça-feira (2), que chegou a paralisar a disputa da etapa de Porto Rico por dois dias, Slater dedicou o título ao amigo e antigo rival, que foi tricampeão mundial.
- Quero dedicar esse título a ele, à família dele e à minha família.
APraia da Joaquina amanheceu, ontem, com ondulações ainda menores do que na quinta-feira. Uma primeira chamada foi feita às 7h30min e, às 10h, na segunda chamada, os surfistas optaram pelo day off (folga) diante da falta de condições. Candidato ao título, o paulista Renato Galvão foi o único que achou que havia condições de surfe, mas depois pensou melhor e concordou com a paralisação.
– A gente fica na expectativa e até tinha umas marolinhas, mas o mar está bem difícil mesmo, então voltei atrás – disse Galvão.
De acordo com o diretor executivo da Abrasp, Marcelo Andrade, há a previsão de que o mar possa reagir com a entrada da frente fria, embora o vento sul não seja o mais apropriado para a boa formação das ondas na Praia da Joaquina.
– Os atletas acharam que, mesmo com o vento sul, as ondas ganham mais força, então todos estão cientes de que irão competir em qualquer condição no sábado e domingo – sentenciou Marcelo Andrade.
A nova chamada será às 7h30min. O catarinense Jean da Silva é o único catarinense na briga pelo título.
Qual o tipo da sua prancha ?
Tam: 5'10" à 6'6"
Design muito utilizado em ondas brasileiras pôr ser uma prancha básica para o dia a dia de surf. Uma perfeita combinação entre velocidade e projeção, fazendo com que consiga fazer manobras muito radicais, rabetas mais utilizadas para este modelo é round squash, swallow e squash.Esta prancha não pode faltar em seu quiver.
TAM: 5'6" à 6'2"
Este modelo de prancha é excelente para ondas de 0,5 m até 1,0 m pôr ter o meio mais largo que varia entre 18 1/2" (47 cm) até 19 1/4" (50 cm) é colocado o que chamamos de wing ou double wing (quebra) em uma rabeta swallow , deixando esta prancha muito solta e radical nas manobras.
Tam: 4'2" à 5'5"
Prancha feita especialmente para criança à partir de 5 anos de idade que já sabem nadar, dentro do biotipo da criança (peso, altura), facilitando assim seu desenvolvimento e aprendizado rápido no surf.
Tam: 6'0" à 6'8"
Prancha desenvolvida exclusivamente para garotas, com uma área de bico mais larga e o meio que pode variar entre 18 1/2" polegadas (47 cm) à 19" polegadas (48,3 cm), dando boa estabilidade na remada como nas manobras.Rabetas mais utilizadas são round squash ou squash.
Tam: 6'8" à 7'2"
Este modelo é muito usado rabetas tipo round pin ou round squash bem estreita, sendo indicada para ondas mais cavadas pôr ter uma boa projeção e estabilidade na hora do drop (descida da onda) até a finalização de um tubo é uma ótima opção para os mares de inverno que quebram ondas mais consistentes.
Tam: 7'4" à 8'5"
Modelo muito funcional para os dias de ondas grandes ou para quem está pensando em surfar picos internacionais de grande consistência como México, Hawaii ou Bali . A rabeta que se utiliza é a Pin Tail pôr ser bem estreita parecida quase com o bico da prancha, facilitando na projeção e na estabilidade dentro dos tubos, esta prancha é indicado para ondas acima de 7' pés (2.10 m).
Tam: 6'4" à 8'5"
É a fusão de um Fun Híbrido com uma Prancha, a largura deste design pode variar entre 19" polegadas (48,3 cm) à 21" polegadas (53,3 cm), sua curva de fundo é bem semelhante a uma prancha, tendo uma área de bico um pouco mais largo e flutuação bem distribuída do bico até a rabeta, facilitando muito para entrar nas ondas e deixando este tipo de prancha bem manobrável.Ideal para quem já tem uma base de surf e quer pegar muito mais onda no meio do crowd.
Tam: 7'0" à 8'0"
Este modelo tem uma área de bico mais estreito e com menas flutuação do que o Fun Classic e suas bordas mais deitadas , proporcionando assim muita maleabilidade e velocidade. Este design consegue-se fazer manobras incríveis, pois tem uma boa estabilidade tanto para ondas pequenas como ondas maiores.Muito indicado para que já esta cansado de ficar disputando onda com pranchinhas e quer uma Fun mais solto.
Tam: 7'0" à 8'5"
Classic Fun o próprio nome já diz tudo, é uma prancha para se divertir muito, pôr ter um design de bico mais arredondado e um meio largo que variam entre 20" polegadas (50,8 cm) à 21" polegadas (53,3 cm) , com uma flutuação moderada, bordas mais cheias e fundo mais flat (menos curva), facilita muito ao aprendizado da pessoa que está começando surfar como o que já pega altas ondas, permitindo ficar em pé mais fácil e fazer manobras mais clássicas tanto em ondas pequenas e médias.
Tam: 9'5" à 9'9"
Para um surf mais clássico estes pranchões devem ser acima de 9'5" com um área de meio em torno de uns 22 3/8" (56,9 cm), bico bem largo e bordas mais arredondadas.O ideal para se surfar com este modelo é de 0,5m a 1,0 m de onda, porque o surfista usa muito o bico desta prancha para se fazer um hang ten ou hang five é uma divertida brincadeira.
Tam 9'0" à 9'2"
Este longbord é para quem procura radicalizar nas manobras como batidas, floaters, rasgadas, normalmente se utiliza medidas mais estreitas no bico e no meio, com menas flutuação. As bordas, quilhas e curva de fundo se assemelha muito as pranchinhas, podendo utilizar fundos como double concave.Um longboard muito manobrável.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Inscrições são feitas até o dia 10, na sede da Fesea
Cerca de 200 atletas concorrem ao título de campeão estadual de surfe 2010.
A competição oferece várias premiações. Todos os finalistas irão ganhar troféus e kits greenish e mormaii e sacolas retornáveis. Os participantes do circuito ganharão blocos. As cinco principais categorias terão como prêmios pranchas.
Nos dois dias de eventos serão realizadas ações de conscientização ambiental, com distribuição de sacos biodegradáveis da Viva Ambiental.
Para os atletas, será disponibilizada uma área vip, com água mineral e massagens com fisioterapeuta.
O Circuito Alagoano de Surfe 2010 será realizado em três etapas, todas na Praia do Francês. A primeira nos dias 13 e 14 de novembro, a segunda no dias 4 e 5 de dezembro e a terceira nos dias 18 e 19 de dezembro.
A competição é uma realização da Fesea e Prefeitura de Marechal Deodoro e patrocínio da Greenish. O evento conta com o apoio da Mormaii, Fika Frio, Solara, Federação de Jiu-Jítsu do Estado de Alagoas, LGB Comunicação e Pranchas Lush, Surfciente, Local Nordeste, Francês Beach e Marcelo Rodrigues.
Inscrições até o dia 10 na sede da Fesea, localizada à Avenida Jatiúca, 1742, salas 401 e 402. Horários: segunda, quarta e sexta-feira, das 11 às 13h30 e das 15 às 19h. A taxa de inscrição é R$ 40 mais uma quilo de alimento não perecível. Informações: www.fesea.com.br/feseaal@gmail.com.

A primeira é a finalíssima do Campeonato Nacional de Surf Esperanças, Sub-12, Sub-14, Sub-16, Sub-18 e Sub-18 Feminino, nos dias 6 e 7 de Novembro, e no fim-de-semana seguinte tem lugar o Campeonato Nacional de Longboard.
A última etapa do Campeonato Nacional de Skimboard, que vai decidir o campeão de Portugal, acontece nos dias 20 e 21, enquanto o último fim-de-semana do mês está reservado à final do Circuito Europeu de Longboard.
Garantida está a presença dos tops mundiais de Longboard, como o actual Campeão Europeu, o britânico Ben Skinner, o Campeão Europeu de 08 Remy Araúzo de França, ou o seu compatriota Campeão Mundial ISA 09 Antoine Delpero.
“O ESF tornou-se um evento transversal, pois inclui competições profissionais e amadoras, três modalidades distintas, Surf, Longboard e Skimboard, e um universo de competidores que vai desde os 10 aos 45 anos de idade. E para nós é gratificante sentir o impacto deste evento na nossa comunidade, cada vez com maior participação”, remata.
Circuito brasileiro
Além de Alan Jhones, outros dois candidatos ao título também foram eliminados na terceira fase: o baiano Rudá Carvalho e o carioca Léo Neves. Já outro carioca, Pedro Henrique, e o paulista Heitor Pereira avançaram às oitavas de final. Pedro derrotou o catarinense Guga Arruda, e Pereira eliminou o paulista Ricardo Ferreira.
Entre os quatro atletas que aguardam o reinício do evento está o catarinense Jean da Silva, vice-líder do ranking. Para o surfista, natural de Joinville, a derrota de Alan Jhones ainda não significou vantagem na disputa pelo título brasileiro.
– Por enquanto está neutro, mas se eu vencer a bateria tenho uma vantagem. Gosto de surfar aqui na Joaquina, em qualquer condição – declarou Jean, vice-campeão da última etapa do circuito brasileiro disputada na Joaquina, em 2008.
Os outros três candidatos ao título são os paulistas Renato Galvão, Hizunomê Bettero e Márcio Farney.
Irons
Segundo o site TMZ, o relatório dos policiais não menciona a metadona, substância que também teria sido encontrada próxima do corpo de Andy Irons (o seu uso é arriscado em caso de suspeitas de dengue), mas o anti-depressivo Xanax e Ambien, um forte remédio contra a insónia. Ambos foram receitados ao surfista no dia 26 de Outubro.
Entretanto, o pai do tricampeão mundial, Phil Irons, responsabilizou a organização da etapa de Porto Rico e a companhia aérea pela morte do filho.
«Quando Irons entrou no avião estava muito doente e não o deixaram ficar. Em vez de ligarem para mim ou para a esposa ou colocá-lo num hospital, mandaram-lhe embora, sozinho. Irons acabou por ir para um hotel, onde morreu», afirmou ao jornal Honolulu Star Advertiser.

Não correu da melhor forma a 3.ª ronda do Rip Curl Pro Search em Porto Rico ao português Tiago Pires, que foi eliminado pelo brasileiro Adriano de Souza. Saca alcançou um score de 9.90 (4.67 e 5.23), superado em 0.80 pontos pelos 10.70 de Adriano.
Numa bateria (4.ª) com pouca qualidade e quantidade de ondas, Saca ainda dominou a pontuação até perto do final, mas permitiu a reviravolta de “Mineirinho”, que com duas ondas (6.67 e 4.03)nos últimos minutos conseguiu passar à próxima fase.
Com esta derrota Tiago Pires ficou-se pelo 13.º lugar na competição porto-riquenha, que não deverá operar grandes alterações na sua posição do ranking mundial da ASP, onde Saca é 18.º.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Como escolher a quilha certa
O teu nível de surf, a forma como surfas é um factor importante. Surfistas fortes ou agressivos tendem a usar quilhas maiores e mais rígidas que lhes dão maior projecção, velocidade e ao mesmo tempo estabilidade nas manobras.
A mesma quilha num surfista com características menos agressivas tornará a prancha demasiado rígida e ao mesmo tempo menos manobrável. No entanto, se usares uma quilha demasiado pequena ou flexível, perderás projecção e velocidade. Sem velocidade é difícil manobrar a prancha.
Design da prancha. A relação entre a prancha e as quilhas é um factor bastante importante na performance de qualquer surfista.
Podes corrigir os defeitos de uma prancha com a quilha certa, como também podes “estragar” uma boa prancha com as quilhas erradas. Alguns aspectos que merecem mais atenção.
Pranchas com muito concave podem exigir uma quilha com mais área, maior profundidade ou extensão. Pranchas com vee bottom ou sem concave: Têm melhor desempenho com uma quilha mais pequena ou de tamanho médio. Pranchas com tails mais largos (ex: Fish) dão-se melhor com quilhas grandes. Pranchas com tails mais estreitos (ex: Guns) portam-se melhor com quilhas menores. Pranchas com canais: Quilhas pequenas com uma ponta menos acentuada.
Condições do mar » Point breaks, reef breaks, beach breaks, traduzem diferentes condições para o surf. Uma quilha pode ser perfeita no teu point break local e não ser a melhor escolha num beach break rápido e potente.
Quilhas mais alongadas contribuem para manobras mais longas e definidas, que geralmente se adequam ás características de um point break. Quilhas com menor extensão (mais direitas) e uma base larga permitem manobras mais rápidas e ajustadas a beach breaks rápidos e ocos.

15/10 a 07/11
- A competição Nas Ondas de Noronha está em sua segunda edição
- Grave um vídeo mostrando sua habilidade na prática de surfe ou bodyboard
- Você pode fazer parte de uma das equipes e ir para Fernando de Noronha
- Faça sua inscrição até o dia 07 de novembro

Iniciado em 2007, o projeto tem como objetivo geral promover a inclusão e integração social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida através do esporte e lazer, aproveitando a praia como ambiente e o surf adaptado como instrumento. O Instituto promove, divulga e difunde o surf como modalidade de esporte adaptado, para tanto, desenvolvemos parcerias com entidades ligadas ao esporte, escolas de surf e outros Projetos de Surf Adaptado.

Para Phil Irons, a companhia aérea deveria ter prestado assistência a Andy quando o impediram de embarcar em Dallas, uma vez que estava muito doente para viajar de avião e não tinha ninguém o acompanhando. "Quando ele foi entrar no avião, estava muito doente e não o deixaram ficar a bordo. Em vez de ligarem para mim ou para a esposa dele ou colocá-lo em um hospital, mandaram-lhe embora e ele estava sozinho. Ele acabou indo para um hotel e morreu", disse o pai do surfista, em entrevista ao jornal havaiano "Star Advertiser". O periódico é o mesmo que disse, na quarta, que haviam sido encontradas cápsulas de metadona [substância similar à morfina] no quarto do surfista, sugerindo uma overdose de remédio. No entanto, o boletim de ocorrência do caso, ao qual a reportagem do espn.com.br/expn teve acesso, não relata nada em relação à esta substância. "Eu não posso explicar a condição dele. Eu só sei que foi tão ruim que ele faleceu. As razões por trás dela serão descobertas", encerrou Phil Irons.

A morte do tricampeão mundial Andy Irons continua repercutindo na mídia. Dois dias após o corpo do surfista ter sido encontrado em um hotel em Dallas, nos Estados Unidos, Phil Irons saiu em defesa do filho e culpou a companhia aérea que o levaria da cidade norte-americana para sua casa, no Havaí, pelo falecimento do surfista. Irons teria contraído dengue, o que ainda não confirmado oficialmente, na etapa portuguesa do Mundial. Irons rernou para cana, no Havaí e em seguida viajou para Porto Rico. Chegando ao Caribe, o surfista não estava em condições de competir e, depois de examinado por um médico que ele mesmo solicitou, decidiu voltar para sua casa no Havaí.